Crê Somente – Neide Martins

210
Published on 1 de fevereiro de 2020 by

Jesus desce do barco com os seus discípulos
A multidão aguarda ansiosamente
Pelo povo ali é bem recebido
Liberta os cativos, cura os doentes.

Bem no meio do povo, aparece um homem
Desesperado pede a Jesus ajuda
Se prostra na areia diante do mestre
Chorando, humilhado, faz a sua súplica

“Senhor a minha filha está morrendo,
Não sei o que fazer e vim te suplicar
Mas sei que se vieres e impor as mãos
E como seu poder e com a sua unção
A enfermidade sai e ela viverá”

Acontece que quando Jesus seguia Jairo, para acudir a sua filha
Aparece uma mulher que sofria a 12 anos de um fluxo de sangue
Ela crê, que se enfrentar a multidão e tocar nas vestes de Jesus será curada
Assim foi, fez e recebeu a cura
O Mestre sente que dele saiu virtude e pergunta ao povo quem o tocou
Ela se apresenta e conta ali o caso e Ele fala mulher a tua fé te salvou
Mas de repente chega alguém da casa de Jairo e sussurra no ouvido dele, e lhe diz:

“Não incomode mais o mestre, a sua filha já morreu
Não tem pra que ele vir, deixa o mestre ir, ela já faleceu”
Jesus olha para Jairo, chorando amargamente
se aproxima dele, como Deus presente
Fala ao seu ouvido e diz: “Meu amigo, não temas, crê somente”

Jesus chega na casa, o povo chorando
A menina morta, a mãe aos prantos
O velório para ninguém falou anda
Jesus agora ordena menina levanta

Ela abre os olhos e torna a viver
Pois quando Jesus chama, tem que obedecer
Mas o segredo da vitória é só um
É somente crer

Não temas, crê
Que eu saro, que eu mudo, liberto
Que eu curo, que eu faço, desfaço, refaço
Que eu junto, que eu levo, que eu trago
Que eu firo, que eu saro, que eu tiro
Que eu ponho, engradeço e abato

Sou grande na Terra, sou general de guerra
Hoje eu cheguei aqui e já mudei a atmosfera
E o que era velório na tua vida
Eu já transformei em festa

Cheguei na tua casa e estou dando vida
Saúde aos seus filhos, restaurado a família
E a morte que reinava não suportou minha glória
Pois eu cheguei na casa, ela tem que ir embora

Recebe vida, crê somente
Estou mudando a história, do fim que era eminente
E o que era velório não é mais
Eu tornei festa de crente

Não temas, crê
Que eu saro, que eu mudo, liberto
Que eu curo, que eu faço, desfaço, refaço
Que eu junto, que eu levo, que eu trago
Que eu firo, que eu saro, que eu tiro
Que eu ponho, engradeço e abato

Sou grande na Terra, sou general de guerra
Hoje eu cheguei aqui e já mudei a atmosfera
E o que era velório na tua vida
Eu já transformei em festa

Cheguei na tua casa e estou dando vida
Saúde aos seus filhos, restaurado a família
E a morte que reinava não suportou minha glória
Pois eu cheguei na casa, ela tem que ir embora

Recebe vida, crê somente
Estou mudando a história, do fim que era eminente
E o que era velório não é mais
Eu tornei festa de crente

E o que era velório não é mais
Eu tornei festa de crente

Artista Tag