Dia de Sol – Os Levitas

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Published on 8 de fevereiro de 2020 by

Eu andei sem destino perdi a razão, na estrada da vida eu fui na contramão
Mergulhei de cabeça num abismo sem fim, loucura e tristezas eram partes de mim
No terrível espinho do pecado eu pisei, a ponte entre a vida e a morte eu cruzei
Do outro lado eu ví meus pedaços no chão, minha alma vagava na escuridão

Das garras da morte o senhor me arrancou, me mostrou a verdade que eu nunca quis ver
Acordei de um pesadelo e voltei a viver

Eu hoje estou bem mas já estive mal, sou dia de sol mas já fui temporal
Fui barco a deriva fui noite sem lua verão sem calor
Hoje eu sou verdade mas já fui engano, já fui fonte seca hoje eu sou um oceano
A alma ferida coração quebrado Jesus concertou

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