Habito no Abrigo – Trazendo a Arca

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Published on 6 de junho de 2016 by

Habito no abrigo do altíssimo

E moro sob a sombra do onipotente Deus
Habito no abrigo do altíssimo
E moro sob a sombra do onipotente Deus

Nada me faltará, nada me faltará
Nada me faltará, nada me faltará
Se estas comigo Deus, nada me faltará

Habito no abrigo do altíssimo
E moro sob a sombra do onipotente Deus
Habito no abrigo do altíssimo
E moro sob a sombra do onipotente Deus

Nada me faltará, nada me faltará
Nada me faltará, nada me faltará
Se estas comigo Deus, nada me faltará

“Você não temerá o pavor da noite, nem a
Flecha que voe de dia, nem a peste que se
Move sorrateiramente nas trevas, nem a praga
Que devasta ao meio-dia. Mil cairão ao teu lado
Dez mil a tua direita, mas você não será atingido
Você tão somente olhará e verá o castigo dos ímpios
Se fizer do senhor o teu abrigo, do altíssimo o seu
Refúgio, nenhum mal te alcançará, nenhum mal te
Alcançará!”

Nada me faltará, nada me faltará
Nada me faltará, nada me faltará
Se estas comigo Deus, nada me faltará

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